Vendredi 13 novembre 2009
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2009
19:01
Só pra dizer que estou viva.
Só pra dizer que as coisas estão andando. O velho mestrado não termina nunca e o novo já está caminhando de vento em popa. Até mudou! De Master 1, ele virou Master 2! E o outro continua aqui, firme
e forte, como uma tatuagem que não vai embora e não melhora com retoques.
Pois é, a orientadora voltou com toda a força. Leu. Assoprou e depois deu mordidinhas. Não senti muito amor, mas foram à la Paqueca (para quem não conhece, a gata), dessas firmes, que não doem
muito, mas que faz a gente se virar para ela e prestar atenção às suas exigências.
Só que, ao contrário da gata, que exige comida ou um dengo (ok, 100% COMIDA! e pra já!), a orientadora exige mudanças profundas, empenho, agilidade e empolgação. Vous pouvez arriver, je suis sûre,
ela me diz. E eu, tendo que resolver préfecture de police, master 1 - master 2, cursos interrompidos no meio do caminho, cursos novos, novos trabalhos... E agora, ainda tenho que jogar... É, para
quem não sabe, o mestrado é sobre "jogos, lazer e educação". Eu, claro, não estou nem aí para a educação, mas o povo não precisa saber disso, não é mesmo?
É cada uma, que invento!
Par Bel Butcher
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Lundi 26 octobre 2009
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26
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2009
14:35
Cá estou: eu, o polaco e o descendente de espanhol. Lá dentro, os dois se apertam. Olham para cima, fazem caras e bocas. Achou?, pergunta o que está em baixo. Não,
responde o do alto da escada. Aqui, no computador, ouço os cascalhos rolando. Pelo menos a banheira está coberta, penso.
Par Bel Butcher
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Jeudi 22 octobre 2009
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2009
19:05
Eu jogo tênis. Não não sou besta. Ok, só um pouquinho. Não, não faço parte da elite francesa, muito menos da elite de imigrantes (e isso lá existe?!).
E nem vem que não sou bobo*!
Faço aula em Montreuil, um banlieu (cidade que borda Paris intramuros) sem graaaça, do fim da linha 9, num lugar chamado Tennis Energy. São cinco quadras cobertas por uma lona que nos poupa da chuva e da neve, mas não muito do frio. A cobertura é essencial. Explico: durante todo o ano temos
apenas 30 aulas. Isso. É que o calendário das aulas segue o calendário escolar dos pequenos e, aqui, para seis semanas de aula, eles têm duas de férias. Assim, imaginem só se estivéssemos numa
quadra aberta?! Esse número diminuiria consideravelmente. Ok, Paris não é Londres, mas chove pra burro aqui. Fora quando neva...
Aqui, os esportes, no geral, não são caros. O acesso é relativamente fácil a todos. Mas é proporcional: paga-se pouco, mas faz-se
pouco. Assim, quando você entra para uma associação para nadar ou jogar futebol, por exemplo, você paga um preço como 200,00 euros para todo o ano. Mas, geralmente, só pode ir uma vez por semana
ou então terá que encarar uma multidão.
Há exceções, claro
Pós-doctor T., por exemplo, faz patins, numa associação. Pagou 200,00 euros. No caso, os alunos têm direito a
aula - durante a semana e no fim de semana. Eles são divididos de acordo com o nível de cada um e podem participar de alguns passeios elaborados pelos professores. Fora os passeios à parte que
eles fazem. Ah, tem direito também a um seguro, o que não é uma má idéia, considerando que eles não usam muito o freio...
Mas há também casos que confirmam a regra
Ano passado, tentamos fazer natação. Queria um esporte aqui perto de casa. Assim, fomos para a piscina do Marais, bem em frente ao Georges Pompidou. Não podia dar
certo, né? Claro que só fomos a uma aula. O problema era o disparate do básico para o intermediário. No primeiro, eles indicavam que os alunos deveriam saber um pouco de crawl, e nadar 50 metros
sem parar. Beleza. No nível intermediário, saber crawl, e nadar 200 metros sem parar. Hum... acho que rola. Só que tinha um detalhe que me escapou: a média do intermediário é um treino de 1500
metros! Hello??!!!, cadê o intermediário do intermediário? Eu sou sedentária! Enfim, fomos no dia dos medianos e quebrei a cara. Mas o problema não era apenas nadar 1500 metros, mas
dividir a raia com outras 9 pessoas. Isso mesmo. A associação tinha direito a duas raias. Em cada uma havia 10 marmanjos. Todos afobadinhos (sim, no masculino porque eram 3 mulheres ao todo),
atropelando os retardatários, como se estivessem no metrô. Não deu pra mim. Eu, estava (e estou) completamente fora de forma, quase bebi toda a água da piscina.
O valor é compatível com o serviço: 110,00 para nadar uma vez por semana ou 190,00 para ter liberdade de fazer quantas vezes quiser. Por ano, claro.
De volta ao tênis. Ou, meu amor, o tênis.
Com o tênis os valores sobem. E muito. Mas é tênis, esporte elitista e que é mais caro por natureza. Mas lembre-se: para o patins, a associação paga um valor
simbólico para usar o ginásio e, quando não está absurdamente frio as aulas são na rua. Com a natação é o mesmo. As associações pagam muito pouco por usar as piscinas públicas.
Com o tênis o buraco é mais embaixo. Não é permitido ter aulas nas quadras públicas. E fora que o espaço que eles precisam é bem grande. Assim, é possível encontrar clubes que cobram valores bem
diferentes. Encontrei um chamado Tennis Club Paris Mozart, no 16ème. Eles têm duas quadras
cobertas e o valor é de 800,00 (uma vez por semana). No meu, Tennis Energy, o valor mais barato é de 500,00. Uma vez por semana e com a
possibilidade de fazer aula de reposição caso você perca uma com o seu grupo. Com eles, nesse valor, são, no máximo seis alunos por turma. Mas há outras formules, mais caras, mas com
menos gente e/ou com mais tempo. A gosto do freguês. Lembrem-se: o valor é por ano e você pode dividir esse valor em até cinco vezes. O problema é que, quem se interessar, tem que correr pois as
aulas começaram e as vagas que restaram são poucas!
*Bobo =
bourgeois-bohème, tradução do
bourgeois bohemian, termo cunhado por David Brooks em seu livro Bobos
in Paradise, que fala sobre a transformação dos yuppies dos anos 1980.
Par Bel Butcher
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Jeudi 22 octobre 2009
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2009
10:52
Par Bel Butcher
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Mercredi 14 octobre 2009
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2009
23:41
Hoje, depois do tênis, fazia 6 ºC e eu não acreditei no termômetro. Cheguei em casa e vi: 6 ºC, feels like 2 ºC! Isso mesmo, sensação térmica de 2. É, Ana, foi só você ir embora para o inverno dar
as caras. E que carão, assim, na lata, sem mais nem menos. Mas hoje me recuso a ligar o chauffage.
Ui.
O mais curioso foi que eu não reparei. Ok, eu estava mega quente, toda suada e com um friozinho pós-excercício físico. Aquela mistura de tá quente, mas tá frio. Mas nem te ligo, como quem
desdenhasse do perigo.
Ai, segura que ele chegou.
Par Bel Butcher
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Mercredi 14 octobre 2009
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2009
11:36
That's it.
o filme do momento (ou pelo menos o filme do momento de ontem).
OK, eu ia escrever apenas isso e lançar o trailler. Pronto, nada mais. Mas aí lembrei que há tempos não escrevo por aqui.
Desde que eu não sei mais o que fazer para alguém ler a p&^^%$#@ do meu mémoire, e que a Ana e a Tânia se pirulitaram de Paris, as idas ao cinema se tornaram mais freqüentes. Sim, carte UGC!
No primeiro dia, The Informant, com Matt Damon. É, divertido, legal.
Depois, Tu n'aimeras point (Eyes wide open, em inglês), filme israeliano, uma homenagem à Tânia, que está na terra santa. Terça, dia mais folgado, foi sessão dupla:
L'affaire Farewell, com Emir Kusturika como ator. Booomm! Mas podia ter sido melhor. A história é incrível, sobre o fim da guerra fria. Mas pensei que eles fossem explicar melhor
justamente o fim da guerra fria. Enfim. Não é um documentário, então, o diretor resolveu priorizar outros aspectos da história. Aí, depois, decidi me embrenhar numa outra sala. Nossa, que saudade
de cinema!!!! Um mês sem sala escura é um mês sem água, pão, queijo, comida! Eu tenho convulsões.
E eis que volto ao lide.
That's it. O filme do momento. Grudou como chiclete e agora quero ver de novo. (adoro rever filmes) Uma bobagem deliciosa. Clichês revisitados e com novas roupas. Uma comédia romântica. Quase
todos nós já passamos ou já vimos alguém passar por isso. Então, vale a ida ao cinema.
Aqui 500 jours ensemble, no original, 500 days of Summer: uma deliciosa bobagem que me fez lembrar alguns dos meus amigos.
Ah, fora que a trilha sonora é impecável. Inclusive She's like the wind. Tem motivo, tem motivo.
Par Bel Butcher
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Jeudi 1 octobre 2009
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2009
00:33
Não sei se estou me precipitando. As outras, aqui e aqui, quando terminaram seus respectivos, simplemente disseram
que terminaram e pronto. Como se não houvesse mais nada a fazer. No meu caso, não posso soltar aquele ahhhhhhh que sai do peito e chega à boca em forma de uma mistura entre alívio e
nervosismo.
Mas posso dizer que o pior já passou. aêêêêêêêêê!!!!! Isso, claro, se não levar um mega-esporro da
orientadora dizendo pr'eu jogar no lixo o que já fiz. Mas aí, não só jogo no lixo o que já fiz como me jogo no sena. Ou então saco a frase que me inspira nessas horas:
"tu tá de sacanagem?" (como eu sinto falta do povo da vejinha nessas horas).
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Par Bel Butcher
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Mercredi 23 septembre 2009
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2009
00:16
Ontem fomos à ópera. Pela primeira vez desde que chegamos por essas terras (sem julgamentos, por favor). E, não, não tinha terminado o mestrado. Sim, "não tinha
terminado". Mas, não, não terminei ainda. Enfim, quero falar sobre a ópera.
Estreamos bem, ópera light: O Barbeiro de Sevilha, de Gioachino Rossini. Quer dizer, Rossini baseou-se na comédia do francês Pierre Beaumarchais, chamada "O barbeiro de Sevilha, ou a
inútil precaução". A original teria quatro atos (!). Na verdade, pelo o que consta, cada ato é dividido em volets (alô galera da ópera, alguém me acode aqui, please), acho que posso
traduzir por partes. Enfim, essa seria apenas a primeira parte de uma trilogia (acredito que a trilogia forme um ato) chamada "O romance da família Almaviva".
Ok, vocês sacaram o quanto eu entendo de ópera, certo? Tanto quanto uma pessoa preguiçosa que nem pesquisa na Internet faz direito (give me a break, eu tô fazendo mestrado. vou fazer uma
blusa com esses dizeres. é a melhor desculpa que tenho para ser relapsa!).
A noite não começou lá muito bem. Cheguei em cima do laço e tivemos que comprar um sanduíche às 19h10, quando que a ópera começava às 19h30. Pile (em ponto, para francês). Resultado: vimos o
primeiro ato (são dois ao todo. ópera moderna não pode mais ter um milhão de horas) sem poder ler as legendas.
Enfim, escrevo sobre o Barbeiro porque ela me fez lembrar de uma porção de coisas. Foi tipo um brainstorme de quase três horas.
Como eu disse, ópera moderna. Então, eles aproveitaram o lado fanfarrão, leve da ópera, para colocar umas pitadas atuais.
Eu tô lá, séria. Mas, logo depois de uns 10 minutos de ópera, me aparece o bonachão Fígaro. Lembrou-me alguém, mas não estava visualizando a pessoa. Ele chega com umas
dessas sombrinhas de frevo usada de forma herege como sombrinha, dessas que a gente acopla na roupa para não precisar segurar. Isso, dessas que vendedor ambulante de praia usa. Isso, essa
mesmo. Importação brasileira, pensei eu, certa de que era 100% produto brasuca. É assim a gente vai conquistar o mundo.
Tá bom, O barbeiro de Sevilha é uma ópera sem mortes, sobre amor e que acaba com final feliz. E, convenhamos, o cara é um barbeiro, simpático, gente boa. Mas, ele chegou no palco, com aquela
sombrinha na cabeça, carregando o seu boticário pocket e uns extras para vender: cordões de ouro. Muito, muito rua da Alfândega. Assim, vestido daquele jeito, eu tava entendendo muito melhor a
ópera, sabe? Ajudou saber que Fígaro era tipo um malandro carioca, tentando ganhar a vida. Beleza.
Aí, eis que aparece, bem depois, o personagem que vai ajudar o tutor da heroína a se casar com ela. Sim, um adendo da história: rapaz rico se apaixona por moça rica. Ela, órfã, tem um tutor safado
que só pensa no dinheiro dela e, por isso, quer se casar com a rapariga. Ele, claro é feio e velho. O outro, rico, bonito e jovem como ela.
Enfim, Eis que aparece um personagem que vem tentar ajudar o tutor a se casar com a mocinha. Na sua entrada, o cravo toca as primeiras notas da Pantera cor-de-rosa! Bom, pra início de conversa eu
acho que era um cravo. Não tenho, assim, 100% de certeza. Mas é certo que era a introdução da pantera. Isso eu sei!!!
Depois, chega a vez de uma coadjuvante fazer um "solo". E ela começa a dançar diferente e, no fim, saca um boné vermelho! Talvez lembre o Juventus, realmente, essa eu não entendi. O povo riu.
Mas o fim foi apoteótico. Realmente, incrível. Eles, já juntos, casados, até, o mocinho, super contente, canta, claro. Todo o elenco está no palco. Num dado momento, de tão feliz, ele arranca a
camisa. Pois é, arranca a camisa para aparecer uma por baixo. Uma camisa da azurra, número dez. Nesse mesmo momento, aparece uma bola de futebol. Ele brinca com a bola. Os coadjuvantes, em peso,
sacam bandeirolas da Itália. Momento lindo. O público veio abaixo! Opéra Bastille inteiro em aplausos por minutos e mais minutos.
Na saída, naquele momento que todo o opéra sai ao mesmo tempo, ouço comentários como magnifique, superbe.
Isso me fez pensar e lembrar de várias coisas. A primeira foi que: se fosse uma montagem brasileira neguinho ia cair em cima das pitadas engraçadinhas. D-U-V-I-D-E-O-D-Ó que algum metido a besta ia
gostar. Ia falar que brasileiro não entende nada de ópera, que aquilo era palhaçada, patati patatá. Aposto.
A outra coisa que me fez lembrar foi a ópera em que assistimos em Praga. Don Giovani. Outro clássico. Isso foi em 2001. Queríamos aproveitar que estávamos na Europa para "respirar cultura", não é
mesmo? Sair desse país calorento, tropical demais, com selvagens, para civilizar-nos. Era importante.
Pois é....
Don Giovani.
Em Praga. Não podia dar errado, né?
Bom, não sabíamos, mas, podia dar muito errado. Pra início de conversa, era uma versão muderna. Não, não como o barbeiro de agora. Note a diferença: lá em cima, moderna, cá embaixo, muderna. Até
porque, se fosse para escrachar com o barbeiro, ele seria um castrati interpretando uma drag queen cabeleireira. Pois, então...
Pra início de conversa:
Don Giovani não poderia, jamais, ser um castrati em forma de drag queen, então, nessa versão ele era um... estilista.
Putz, agora não sei se ele era cabeleireiro ou estilista. ok, vamos supor que ele era um estilista (pra que piorar, não é mesmo?).
depois e ele entrou no palco com uma moto... isso mesmo. Don giovani wild.
E, o grand finali: ele andava com uma jaqueta de couro, uns óculos escuros e um penteado... que, sinceramente, não sei se posso chamar de ópera muderna porque ela tinha ares de anos 80 total. E,
convenhamos que, anos 80 em 2001 não era exatamente uma montagem atual da ópera, né? Tudo bem que ela foi motada em de 1787, mas, por favor, sem exageros e deixemos os anos 80 de lado.
Nossa, nessa a gente errou feio! Muito feio. detalhe: Mozart fez a primeira apresentação da ópera em Praga... Heresia total. Vou pro inferno só por ter presenciado isso.
E eu nem vou falar do teatro de sombras-pega-turista que encaramos nessa mesma temporada... oh, boy, eu preciso voltar a Praga.
Ok, o barbeiro de sevilha me fez lembrar de várias coisas. Primeiro nos intelectuais fofos brasileiros, depois no frevo pernambucano (coitado do frevo!), e no...ah!, lembrei, no Zé das medalhas!
Isso. Fígaro se parecia com um Zé das medalhas light! Para quem não conhece, é figura lendária do Leme, bairro carioca. Tá bom, confesso, estou exagerando... Tem uma imagem ruim da montagem
aqui.
mas eram outros atores quando fui.
Depois, ainda me fez lembrar de Don Giovani, que tinha largado num baú, fechado a sete chaves... Enfim...
E, finalmente, lembrei do mardito teatro de sombras theco. Ok, não foi tão ruim assim. Ou talvez ele ainda não tenha saído do baú.
Puz, e ele acabou de me lembrar de que ainda não terminei meu texto!!
PS: lembrei disso aqui também:
Par Bel Butcher
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Samedi 19 septembre 2009
6
19
09
2009
23:42
Frases-mantras que não saem da cabeça, entre um incoporel e outro:
"Continue a nadar, continue a nadar", by Dori
"Run forest, run!", by Jenny Curran
"Corra, Lola, Corra, by, Lola Rennt (ou Tom Tykwer)
"Vai, Malhado, vai, malhado!, by Bozo, ou melhor, by qualquer moleque que tinha a coragem de ligar para participar da corrida de cavalos e votar no malhado como
vencedor. Não lembro, nunca vi bozo, mais me falaram que era o mais ferrado dos pangarés.
(garçon, o mesmo que eles, por favor)
Par Bel Butcher
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Mardi 15 septembre 2009
2
15
09
2009
16:09
Falta terminar a introdução, que eu mal comecei. Aí, por causa dela, tenho que arrumar uma parte do miolo (esse é o problema de começar um mestrado sem pergunta, sem hipótese, sem nada decente). A
outra parte do miolo ainda não está terminada. Então tenho que terminar isso o mais rápido possível. Aí, falta a conclusão, que nem comecei. Ah, claro, falta o resumo, revisar a bibliografia,
colocar os anexos, fazer um DVD (ou não, ainda estou pensando nisso) e, escrever a página mais importante: agradecimentos! Fora isso, falta pouco!
Pronto, agora estou em estado de choque e com o coração palpitando. um calmante por favor!
au secours!
Mensagem escrita a Érika Kobayashi no facebook
Par Bel Butcher
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Publié dans : mestrado
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