pela janela
Paris, no momento, é sinônimo de um 32 metros quadrados, três janelas que dão para o pátio interno do prédio e que tem como vista janelas fechadas de vizinhos pelos lados e na frente; chineses pós-adolescentes e barulhentos no térreo e um quadradinho de céu acima, onde posso ver as mudanças bruscas de temperatura.
Enquanto isso, no lado de dentro dos 32 metros quadrados, aqui estou eu: uma ilha de cabelos em pé e dúvidas, cercada de livros e papéis por todos os lados. Tenho uma janela extra para o mundo. Essa tem 13,5 polegadas. Isso, computador, conectado 24/24 horas (ufa!). As outras janelas são, talvez, tão virtuais quanto a do pequeno mac. Com exceção dos barulhos das obras, beeem reais. Ah, é, a ilha aqui também está cercada de obras por todos os lados.
Quando olho lá pra fora, tá cinzento, céu azul, chovendo ou noite, ou todas-as-opções-acima. O clima aqui é muito louco. Talvez não tão maluco como Londres, mas, enfim, é Paris. A minha Paris.
Enquanto isso, no lado de dentro dos 32 metros quadrados, aqui estou eu: uma ilha de cabelos em pé e dúvidas, cercada de livros e papéis por todos os lados. Tenho uma janela extra para o mundo. Essa tem 13,5 polegadas. Isso, computador, conectado 24/24 horas (ufa!). As outras janelas são, talvez, tão virtuais quanto a do pequeno mac. Com exceção dos barulhos das obras, beeem reais. Ah, é, a ilha aqui também está cercada de obras por todos os lados.
Quando olho lá pra fora, tá cinzento, céu azul, chovendo ou noite, ou todas-as-opções-acima. O clima aqui é muito louco. Talvez não tão maluco como Londres, mas, enfim, é Paris. A minha Paris.
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