Vocês vão continuar me gostando de mim se...
Caros amigos. Amigos de longa data, amigos virtuais, desconhecidos passantes,
Morar no exílio, por mais voluntário que ele seja, faz a gente mudar várias opiniões, idéia pré-concebidas, vontades.
Eu, aqui, no frio, no cinza, nessa cidade linda, mas que pode realmente te deixar mal, fui, pela primeira vez em anos, ver o carnaval passar. Sim, já tem tempo isso. Sim, naquele antigo mês de fevereiro.
Brasileiros, caribenhos, africanos, europeus se uniram para fazer um bafafá nas ruas de Paris. Aqui, eles desfilam por alas. E cada "ala" tem a sua ""bateria"" (sim, várias aspas). Já tinha sentido isso anteriormente, quando vi outras batucadas, mas agora é pra valer. Quero tocar algum instrumento de percussão. Bater (ok, tem que ter coordenação motora, o que é um ponto fraco, já que tenho isso em números negativos) é uma arte! E bater forte, passeando pelas ruas de Paris me parece uma atividade ótima. Uma terapia e tanto!
O que me impulsiona, além da terapia, é que muitos desses caras e moças são europeus. E eles têm muitas coisas boas, mas falta a eles o suingue, o que é ótimo já que eu também não o tenho. Por isso essas coisas precisam ser feitas longe de casa, longe dos olhos críticos dos tocadores de tamborim do boteco do lado.
Aliás, qual deles devo tentar? Outra dúvida.
Ah, os professores devem ser brasileiros. Merda!
E aí? Vão continuar gostando de mim? Difícil, né? Um desafio.
Pensem com carinho, ok?
Eu ainda não vou fazer nada a respeito. Tenho um mestrado. Aiai. Tenho que correr com ele.
Enquanto isso, fiquem com os tocadores. É excelente. Superdesconexo. Adorei isso. Mas saibam que isso é estilo, não é incompetência!
Morar no exílio, por mais voluntário que ele seja, faz a gente mudar várias opiniões, idéia pré-concebidas, vontades.
Eu, aqui, no frio, no cinza, nessa cidade linda, mas que pode realmente te deixar mal, fui, pela primeira vez em anos, ver o carnaval passar. Sim, já tem tempo isso. Sim, naquele antigo mês de fevereiro.
Brasileiros, caribenhos, africanos, europeus se uniram para fazer um bafafá nas ruas de Paris. Aqui, eles desfilam por alas. E cada "ala" tem a sua ""bateria"" (sim, várias aspas). Já tinha sentido isso anteriormente, quando vi outras batucadas, mas agora é pra valer. Quero tocar algum instrumento de percussão. Bater (ok, tem que ter coordenação motora, o que é um ponto fraco, já que tenho isso em números negativos) é uma arte! E bater forte, passeando pelas ruas de Paris me parece uma atividade ótima. Uma terapia e tanto!
O que me impulsiona, além da terapia, é que muitos desses caras e moças são europeus. E eles têm muitas coisas boas, mas falta a eles o suingue, o que é ótimo já que eu também não o tenho. Por isso essas coisas precisam ser feitas longe de casa, longe dos olhos críticos dos tocadores de tamborim do boteco do lado.
Aliás, qual deles devo tentar? Outra dúvida.
Ah, os professores devem ser brasileiros. Merda!
E aí? Vão continuar gostando de mim? Difícil, né? Um desafio.
Pensem com carinho, ok?
Eu ainda não vou fazer nada a respeito. Tenho um mestrado. Aiai. Tenho que correr com ele.
Enquanto isso, fiquem com os tocadores. É excelente. Superdesconexo. Adorei isso. Mas saibam que isso é estilo, não é incompetência!
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